21 setembro 2005

buraco de sta. engrácia



Para abrir este nóvel espaço que agora inauguro e que é a concretização da transformação da minha mailing list "o Olharapo de Oeiras" num formato mais interessante aos subscritores e acessível também ao grande público e que tem ainda a particularidade de permitr aos visitantes que deixem os seus comentários sobre as matérias expostas, coisa que o convido desde já a fazer, trago um caso que me deixa intrigado (ou talvez não...):

Um buraco, a que chamo 'BURACO DE STA. ENGRÁCIA'.
O dito cujo existe no passeio da Rua Henrique de Paiva Couceiro, junto à Estação de Oeiras, ao lado do parqueamento para transportes públicos ali existente. Este passeio fica do lado da linha de caminho de ferro mesmo em frente à estação de serviço da Galp.

A Foto 1 foi tirada no dia 13 JULHO, às 13:44 e a Foto 2 no dia 08 SETEMBRO, às 13:21. A primeira mostra o buraco pela altura em que foi aberto e a segunda mostra o estado actual do mesmo.
Apanho naquele local a camioneta quase todos os dias e só me lembro de ver alguém a trabalhar ali na altura em que abriram o buraco. No início de JULHO portanto. Nunca mais lá vi ninguém.
Entretanto o tempo, o vento, a intempérie, encarregaram-se de degradar a situação. As barras de protecção, que existem para alertar os peões, não é raro estarem caídas no chão, o monte de terra removida e acumulada na beira do buraco tem lentamente escorregado na direcção do lancil, o buraco tem-se transformado num vazadouro de lixo, por aí fora.

Faço notar que o passeio, ali, tem a largura mínima habitual. Ou seja, se com uma ou outra camioneta estacionada, e as árvores, já era difícil passar, com o buraco é uma aventura cheia de contorcionismo. Perigoso.

Estarão à espera que algum idoso, uma criança ou alguém deficiente (cego, p.ex.) caia no buraco e se magoe para fazerem alguma coisa? E se acontecer, quem é que paga?

Uma análise atenta do local leva, com uma forte segurança, a imaginar potenciais riscos e dramas. Por exemplo, se alguém escorregar no monte de terra e cair no chão corre o risco de ficar com as pernas fora do passeio, logo, no parqueamento; se por uma daquelas coincidências (existem, acontecem diariamente) estiver uma camioneta a estacionar, o movimento destas é muito intenso, talvez 1/min., não é improvável a pessoa ficar com os pés esmagados pelo pesado.

Pode parecer que estou a dramatiza demasiado, mas... concordo com o dizer «Não acredito em bruxas, mas que as há, há...» Por isso acho que vou ficar de olho no buraco, pelo menos para ver se não sou eu quem lá cai!!

2 comentários:

Isabel Magalhães disse...

Caro José António,

acabei de tomar conhecimento deste blog no Oeiras Local e aqui estou a saudar a iniciativa, porque tudo o que for a bem de todos nós é bem-vindo.

Vou continuar de olho no olharapo. :)

Um []

José António disse...

Olá minha Cara Isabel!

A sua passagem é sempre um imenso prazer e um grande estímulo. Obrigado pela sua visita.

[]