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22 abril 2013

Reordenamento do Largo Henrique de Paiva Couceiro em Oeiras




De acordo com o publicado no boletim «Oeiras Actual» jan.fev.mar '13, pág. 09, O Largo Henrique de Paiva Couceiro em Oeiras - vulgarmente designado por Largo da Estação - vai ficar assim, após finalizarem as obras que ali decorrem.


Será que vai resolver os problemas de circulação, nomeadamente dos autocarros, que entopem aquele espaço?

E quanto ao estacionamento de quem acede, p.ex., à farmácia, ao centro de análises e ao centro de ecografias ?

Sem falar, é claro, em quem pretende utilizar o comboio e deixar ali o carro, mesmo que esporadicamente.

A ver vamos, como diz o cego...

04 outubro 2011

Os estudantes javardos




Os estudantes javardos
Restos de comida pelo chão...
[ civismo ]
Oeiras

É frequente, bastante mesmo, alguns estudantes das escolas da Quinta do Marquês irem ao Pingo Doce comprar comida à hora de almoço.
Nada a dizer, é claro. Eles têm que se alimentar.

Quanto muito poderemos criticar o facto de o fazerem com comida de ‘plástico’ ao invés de boa comida caseira, que é muito mais adequada para quem está a crescer.
Mas como sabemos, para a maioria tal é impossível. A alternativa é comerem nas cantinas das escolas, onde a qualidade deixa muito a desejar.

O que originou este artigo não é a questão acima exposta, mas uma outra, que se verifica diariamente e que incomoda bastamente os moradores desta urbanização (Quinta do Marquês).
Por diversas vezes alguns moradores têm alertado os estudantes para o problema, mas eles fazem ‘ouvidos de mercador’ e a situação remanesce.
Pelo que nos é dado observar do nosso prédio ou quando nos cruzamos com eles, são adolescentes na casa dos 15/17 anos, o que indicia que possam ser estudantes do Secundário, da Escola Secundária da Quinta do Marquês.

Acontece que alguns destes estudantes não primam pela boa educação e pelo civismo, deixando os restos da comida e da bebida espalhados nos sítios onde se sentam a comer, como documentam as fotografias abaixo, obtidas hoje, 04-10-2011 às 17h40.

O local é a escada das rampas que ligam a Rua Dr. Manuel de Arriaga à Rua da Quinta da Serra, e que dão acesso ao supermercado Pingo Doce de Sassoeiros.

Observem-se as fotografias:





Ocorre perguntar:

- O que andam os pais e educadores destes jovens a ensinar-lhes?

- A não respeitarem o espaço comum?

- A serem incivilizados?

- A serem porcos?

A serem javardos?!


- - - - -

fotografias © josé antónio • comunicação visual, reprodução permitida, se com menção de autor e fonte.

02 junho 2011

Selva Urbana


'Selva' na placa central entaipada da Rotunda do Marquês em Oeiras.


A história desta 'selva' conta-se em poucas palavras:


A placa central da rotunda é propriedade dum particular, que para ali tinha/tem há anos um projecto para construção dum centro comercial... [ espanto !!! ]

O projecto nunca foi aprovado pela edilidade e assim o terreno está ao abandono, mantendo-se o impasse, nunca resolvido pela câmara municipal.

O resultado é o que se vê. Densa vegetação e mato selvagem, no qual se acoita sabe-se lá o quê, pois uma das placas, no lado oposto, tem uma abertura por onde uma pessoa passa com facilidade.


Tarda uma solução para este cancro.


plano filmado de Sul

buraco a Norte

15 outubro 2010

Retentores para contentores de lixo


Este nosso blog não existe apenas para assinalar o que pensamos estar errado, muito menos para o fazer dum modo criticista, para simplesmente 'dizer mal', mas também para relatar o que nos parece ser obra importante, útil e bem executada.


É o caso que hoje trazemos aqui.

Ontem, 14-10-2010, foram colocadas pela Câmara Municipal de Oeiras, estruturas retentoras para dois contentores de lixo na Rua da Quinta da Serra, próximo do Pingo Doce de Sassoeiros.


A importância desta obra deve-se a que, sobretudo em dias e noites de forte temporal, coisa muito comum nesta zona, aqueles contentores deslocavam-se sozinhos dum lado para o outro empurrados pela ventania, chegando mesmo a tombar com grande estrondo, quer perturbando o sono de quem habita nas imediações, quer chocando contra as viaturas ali estacionadas, causando estragos.


Uma obra que tardava, mas que nos apraz ver realizada.





fotografia e vídeo © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.


26 abril 2010

Encontros de História e Património - 1


De acordo com o agendado e tal como tínhamos noticiado [ aqui ], decorreu no último sábado, dia 24-04-2010, a sessão de lançamento do primeiro volume dos Encontros de História e Património, o volume Diálogos em Noites de Verão 2006-2007.


Do evento damos aqui um breve apontamento em vídeo:



Este vídeo está no YouTube [ aqui ]


vídeo © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.


12 abril 2010

Ponto final no parque infantil


Abordámos esta matéria [ aqui ], [ aqui ] e [ aqui ]. Hoje apresentamos o que constatámos ao passar no local e nos parece sem dúvida ser o ponto final no assunto.

Ficamos por aqui.


remodelação do local do antigo parque infantil

09-04-2010


fotografia © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.


28 março 2010

ainda o parque infantil


pormenor do parque infantil removido


Sobre esta matéria de que temos vindo a falar [ aqui ] e [ aqui ] recebemos via email:


Vai fazer em Maio 1 ano, que entrou em vigor a nova legislação dos EJR. Para quem não domina o dialecto, espaços de jogo e recreio.

A famosa ASAE (tudo gente mansa) passou a substituir o IDP na fiscalização destas estruturas.

O nosso Tio Isaltas não correu riscos. Mandou de imediato encerrar todos os parques. Crencas com a justiça já lhe chega.

Resta saber, se esse parque, no ver da CMO, tem utilização que justifique a remodelação e adaptação à nova lei.

Recomendo que vejam o que pensam fazer, e se é do interesse dos moradores.

Tb há a possibilidade da estrutura passar de recreio infantil a juvenil.

Teresa


Aproveito este texto para deixar o meu comentário:


Devo mencionar que o meu interesse neste parque não é o de um pai, pois não tenho filhos.

Esporadicamente sou visitado por crianças minhas sobrinhas que, elas sim, utilizam o parque quando cá vêm. Mas é mesmo muito esporádico pelo que deste ponto de vista o parque não me é muito importante.


Subsiste sim a minha sensibilidade de cidadão e munícipe às necessidades dos residentes nesta enorme urbanização que é a Quinta do Marquês, constituída maioritariamente por edifícios de 8 andares com 3 fracções por andar [ 24 / prédio ].


Pelo que me apercebo, há centenas de crianças nesta zona que muito podem beneficiar de um parque infantil. Elas e os respectivos pais, que assim têm um lugar seguro para estarem com os filhos entretidos durante um bom pedaço de tempo, coisa que, como sabemos, as crianças agradecem pois adoram brincar, e já agora conviver e interagir com outras crianças, grande vantagem destas estruturas, visto que o mundo moderno já não permite que as crianças brinquem à solta na rua como acontecia quando nós tínhamos a idade delas.


Ficam também algumas imagens para mostrar o enquadramento urbanístico do parque infantil demolido.


vista aérea de parte da Quinta do Marquês na zona do parque infantil, através da qual é perceptível a dimensão dos edifícios e da urbanização

fonte: Bing Maps


vista aérea perpendicular da Quinta do Marquês,

na qual assinalámos o parque, existente à data da fotografia,

e os limites aproximados da urbanização

fonte: Google Earth


a Quinta do Marquês na planta da freguesia de Oeiras e São Julião, disponível online pela autarquia de Oeiras

fonte: CMO


fotografia de abertura © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.


21 março 2010

parque infantil - actualização 01


18-03-2010


Sobre esta matéria que aqui publiquei, ontem foi-me dito por uma pessoa geralmente bem informada que este não é caso único no nosso concelho de Oeiras.


Segundo a informação que a pessoa me deu, a ASAE multou a Câmara devido ao mau estado de 3 parques infantis que apresentavam, p. ex., madeiras partidas e lascadas e pormenores do tipo, naturalmente potencialmente causadores de danos e ferimentos nas crianças que os utilizassem.


Assim, decidiu a Câmara interditar um número que desconheço de parques - um deles o do Bairro da Medrosa, segundo informação dum morador - e também demolir outros.


Para já é o que sei e posso adiantar.


fotografia © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.


19 março 2010

aqui havia um parque infantil...


Aqui, na Quinta do Marquês, a poente do entroncamento da Rua da Quinta da Serra com a Rua Professor Egas Moniz, onde existe um aprazível jardim, havia um excelente parque infantil, como se vê nas seguintes imagens. Um parque muito frequentado pelas crianças dos prédios vizinhos.


28-10-2003

28-10-2003

22-03-2004


Havia... Porque já não há. O mesmo foi demolido e desapareceu, como ontem constatámos.

Começamos por estranhar a falta de licença de obra. Se esteve lá, foi com o parque.


18-03-2010

18-03-2010


Questionamos:


- Porque foi retirado o parque?

- Tinha problemas de segurança? Neste caso talvez bastasse interdita-lo e solucionar os problemas.

- Irá ser substituído por outro parque melhor ou a ideia é aproveitar o espaço para outros fins?

- Irão as crianças ficar privadas dum espaço de divertimento, lazer e recreio?


Vamos ficar de olho no assunto!


fotografias © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.


17 março 2010

ave ou ovni...


Ontem, pouco depois de almoço, regressava eu a casa após ter ido à tabacaria do costume - não, não é a do Álvaro de Campos - abastecer-me de cigarros quando, como muitas vezes faço, parei à entrada do meu prédio próximo dum belo exemplar de Yuca ali existente, na esperança de nele ver, para além dos habituais pardais, um ou outro melro, visita também usual.


A minha intenção era fotografar e/ou filmar algum exemplar desse interessante espécime de ave que por aqui ainda vai sobrevivendo.

Ando sempre com a máquina fotográfica e a camcorder para aproveitar oportunidades que surjam de registar coisas interessantes, seja o que for.


Assim, ali estava eu qual papalvo a olhar para cima, para a copa da Yuca e a olhar também ao derredor para o ar e para os prédios, de onde de vez em quando voavam ou pousavam alguns pombos.


Num destes prédios, aliás, existe um falcão peneireiro, que por vezes oiço e já vi passar a piar, lançado como um foguete em direcção à Quinta do Barão, onde vai certamente caçar e alimentar-se. Há uns anos eram um casal, mas um deles desapareceu.


No meu deambular visual olhei para o bosquete da mencionada quinta, a cerca de 90 metros do ponto onde me encontrava.

Reparei então que sobre uma ramada duma alta e muito despida árvore estava uma mancha negra de razoável dimensão cujo contorno me lembrava uma ave.


Devo parar aqui esta narrativa para esclarecer que as minhas limitações visuais me fizeram perder a excelente acuidade visual que eu tinha, e que me foi difícil perceber bem e nitidamente a imagem.


Aquilo era para mim apenas uma mancha negra, mas movia-se. Isto era relevante e significativo.

Pela forma da mancha, pelos movimentos, pela pose sobre a ramada, deduzi que se tratava indubitavelmente duma ave. Mas que género?

Àquela distância e daquele tamanho teria que ser algo de grande porte, digamos ao nível de um pavão.


Fiz então o habitual. Uma fotografia e um vídeo.

Pouco se consegue ver pois a qualidade é muito fraca mas penso que dá para ter uma ideia.


Pouco depois a ave levantou voo e, então sim, as dúvidas, a existirem, dissiparam-se e consegui perceber que ela era esguia e tinha uma cauda longa.


Confesso, fiquei curioso em saber que ave era aquela!


a ave está mais ou menos ao centro da imagem

a ampliação possível

a ave empoleirada mais ou menos ao centro


fotografias e vídeo 16-03-2010, 14h57-15h07 © josé antónio • comunicação visual